psicoterapia contra obesidade

A psicoterapia auxilia na perda de peso baseada na análise da modificação de comportamentos associados ao estilo de vida do paciente, cuj...

A psicoterapia auxilia na perda de peso baseada na análise da modificação de comportamentos associados ao estilo de vida do paciente, cujo objetivo é programar estratégias através de particularidades, angústias e razões que conduzem o paciente à busca de prazer imediato, neste caso, o alimento. Desta forma, a psicoterapia auxilia no controle de peso, reforçando a motivação com relação ao tratamento, evitando recaídas e o consequente ganho de peso posterior.

Com a psicoterapia é possível identificar as razões pelas quais antecedem e conduzem o paciente a comer compulsivamente, equívocos e pensamentos quanto a alimentação, peso e aspectos corporais, sentimentos quanto ao corpo e autoimagem facilitando o processo de autoconhecimento e controle dos estímulos esclarecendo problemas relacionados ao excesso de peso.

Psicólogo e paciente devem identificar problemas ao excesso de peso, como o histórico da obesidade em sua trajetória de vida, traumas, relação com perdas, dificuldade em aceitação de adversidades e mudanças de planos, buscando assim possíveis soluções aos problemas na percepção do paciente e trazendo à consciência razões que justifiquem a modificação do comportamento individual, auxiliando o paciente ora a manter o peso e ora a perdê-lo.

Modificando crenças e alterando pensamentos, propondo uma reestruturação cognitiva, em que a idéia de perder o controle diante do alimento é algo concreto e absoluto, categorias de alimentos permitidos e outros proibidos, de forma que a ingestão de um alimento considerado “proibido” gera o entendimento de fracasso, tornando qualquer tentativa de controle subsequente mais difícil. “Já comi o que não podia mesmo, agora vou comer tudo que tiver direito”.

Assim há algumas categorias a seguir:
1.  Comer por  razões mais psicológicas do que por razões fisiológicas, dirigidas pela recompensa e não pela fome.
2.  Preocupação funcional ou psicológica pela comida;
3.  Percepção de falta de controle em torno do alimento;
4.  Desejos frequentes por comida;
5.  Aumento de peso ou dieta pouco saudável;
6.  Problema com um tipo específico de alimento.

Ilustração de Diogo Santos: https://www.behance.net/diogo_santos 
Alguns grupos de autoajuda que foquem muito no assunto de alimentos podem trazer à tona o aumento do desejo pela comida, por isso é importante a condução por um profissional de psicologia para torna-lo dinâmico e trate dos objetivo em comum, da mesma forma, a conduta na terapia para obesidade, deve ser conduzida por um psicólogo respeitando as particularidades de cada paciente, favorecendo assim o suporte social acrescido da família, haja vista a necessidade de mudança de hábitos de alimentação.

A motivação acontece no aconselhamento e no convite de considerar a situação da obesidade na intenção de identificar problemas e circunstâncias que impeçam a mudança de hábitos, sempre respeitando a autonomia do paciente.

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