violência

Diante das medidas de restrição de circulação social causado pela pandemia de COVID-19, desencadeia inúmeros desafios no planejamento de so...

Diante das medidas de restrição de circulação social causado pela pandemia de COVID-19, desencadeia inúmeros desafios no planejamento de soluções de enfrentamento à doença em si, e também para a elaborar respostas a problemas sociais que tendem, infelizmente a se agravar, como por exemplo, a violência doméstica e familiar contra as mulheres, em seus diferentes ciclos etários (crianças, adolescentes, jovens e idosas). 

A ONU Mulheres e a Human Rights Watch (HRW), têm alertado para o crescente de risco das diferentes alertas de manifestações de violência, inclusive da violência sexual contra crianças e adolescentes, em razão da equação (autores + vítimas de violência + do acúmulo de tensões próprias deste período de crise) no longo período de convivência na trama familiar. Atrelado a diminuição da rede de apoio parental e afetivo pelo distanciamento/isolamento social; nas dificuldades de acesso aos serviços e políticas públicas de proteção e suporte; da diminuição das fontes de renda e das restrições ao exercício da autonomia financeira por parte das mulheres, entre outros aspectos. 

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MFMDH) divulgou aumento de 9% no número de ligações para o Disque 180 - canal oficial que recebe denúncias de violência entre 17 e 25 de março (período de “quarentena” recomendado em vários estados e municípios)

Há dois tipos de Medidas Protetivas de Urgência (MPU): as que obrigam o agressor a não praticar determinadas condutas e as que são direcionadas às mulheres e seus filhos para protegê-los. As medidas têm validade e, para serem prorrogadas, dependem da ação da vítima, que até então, tinha que solicitar presencialmente e agora por aplicativo. SOS MULHER para o Estado /SP.


Como minimizar um novo episódio de violência?

1. Não buscar apoio no abusador para acalmar suas ansiedades;
2. Evitar críticas ao comportamento do abusador;
3. Não se culpar pelo abuso;
4. Elaborar um plano de fuga;
5. Criar momentos de alegria para manter a sua saúde física e mental;
6. Identificar áreas seguras dentro da casa e correr para estas áreas em caso de briga (importante não correr para onde as crianças estão);
7. Durante um ataque violento, ir para um canto de parede, sentar-se no chão e enrolar-se como uma bola, com o rosto protegido, braços ao redor de cada lado da cabeça e dedos entrelaçados;
8. Ensinar os filhos a não se envolver na discussão entre o casal e a pedir ajuda quando forem solicitados;
9. Manter trancados ou inacessíveis os objetos que podem servir como armas: facas, tesouras ou ferramentas;
10. Documentar-se com fotos, vídeos e outras provas do abuso e denunciar às autoridades oficiais;

Discar 180 (Secretaria de Políticas para Mulheres – SPM). Denúncias anônimas e gratuitas serão encaminhadas ao Ministério Público.

Discar 190 (Polícia Militar) Em caso de emergências, para flagrantes e condução da vítima e agressor para hospital ou delegacia.

Mulheres fortes apoiam umas às outras. Compartilhe para divulgar a informação.  

Veja os indicadores abaixo:
https://ouvidoria.mdh.gov.br/portal/indicadores

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