Nomofobia a dependência digital

A crescente utilização de aparelhos com o uso de internet está levando ao surgimento de um novo vício, um fenômeno que chama a atenção de ...

A crescente utilização de aparelhos com o uso de internet está levando ao surgimento de um novo vício, um fenômeno que chama a atenção de diversos estudiosos. Trata-se do vício em celular e da nomofobia, mal-estar ou ansiedade apresentados característico por pessoas quando não estão com seus celulares.


A dificuldade em controlar o tempo gastos com o uso destes aparelhos cresce e traz sintomas de dependência semelhantes aos de dependentes de drogas, como por exemplo quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado e ansioso...

Não é facilmente reconhecida, mas pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela pode estar instalada quando se identifica prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo de meios digitais. Por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema já mobiliza grandes estudos na busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno. A discussão acadêmica segue possivelmente nada nova versão do (DSM) Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, livro adotado como manual de diagnósticos de doenças mentais. Na versão anterior chegou a ser mencionado como  transtorno em ascensão.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.


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No Brasil, a assistência aos dependentes é feita através de psicoterapia e em alguns casos acompanhamento psiquiátrico também! Também é sabido que adolescentes que apresentem déficit de atenção, fobia social e depressão estão mais propensos a desenvolver o vício. Muitos adolescentes chegam a sofrer de dores nas costas e no pescoço por culpa do excesso de horas manuseando videogames, tablets e celulares. O problema se agrava se for aliado ao sedentarismo, sendo necessário limitar o tempo para o uso destes aparelhos.

Fique atento, observe a si mesmo, e se necessário, busque  assistência profissional! Faça o teste que segue e tire suas dúvidas, ok?
 
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