Depressão na vida adulta

Desmistificando a depressão, saiba mais sobre...

O Paciente Anoréxico

A mente que aprisiona o corpo ou o corpo que aprisiona a mente?

Transtorno do Pânico

Agarofobia - o medo de ter medo.

Psicoterapia

Para que serve a psicoterapia hoje e qual é a sua função?

Transtorno Obssessivo Compulsivo - TOC

Os rituais e as inúmeras curiosidades sobre o TOC.

A relação materna

ser mãe
Falar sobre o papel da mãe e sua relação com o filho é falar sobre a função materna na Psicologia. É através desta relação, mãe - filho que se constrói a noção de um sujeito, a partir da relação com o outro. A base para a organização psíquica da criança começa a priori com a mãe nos cuidados desta relação, que na sequência se estende para a família e para o ambiente social mais amplo.

É chegado o momento de redefinir a identidade em função do novo papel social vivido, ser mãe. Na medida em que a mulher se apropria das tarefas constrói um estilo próprio com segurança e domínio acerca do universo materno. Para este domínio, muitas vezes se recorre a própria experiência, ou repetimos boa parte dos comportamentos de nossa mãe, ou ainda, evitamos o modelo recebido.

Este momento de recordar as próprias referências pode ser doloroso para muitas mulheres, haja vista as possíveis marcas de uma vivência não muito boa com a mãe. Nestes casos, caso haja grande incômodo, trauma(s) e constante sofrimento, é de grande valia o acompanhamento de um psicólogo com o objetivo de buscar a interrupção de padrões de comportamento no histórico familiar, para não violar os direitos da criança, pois nem sempre os pais conseguem evitar o modelo educacional que tiveram.

O trabalho com a família tem a intenção de preservar os vínculos e fortalecê-los, por isso é fundamental o suporte e manutanção da relação familiar.  Traumas marcam profundamente os filhos, afinal, não podemos esquecer de que as relações são apreendidas pelos filhos através da vivência no cotidiano como exemplo.

A relação mãe-filho é intensa, a ponto da mulher abdicar de si em prol da chegada do ser indefeso. Neste período a mulher lida com uma série de questões. Assumir a maternidade perante a sociedade é uma responsabilidade que gera uma carga de auto exigência muito grande, principalmente se for o primeiro filho. Cabe ressaltar as particularidades de cada mulher e suas relações com o mundo, porém essa abdicação é algo típico do papel da mãe diante da sociedade. Este grau de exigência tende a diminuir naturalmente com o passar dos primeiros meses, e a mulher passa a “retomar” sua rotina, a qual jamais será a mesma. 

Inicialmente, no período de resguardo, é comum o relato de mães que durante meses não sentem nenhum desejo sexual pelo parceiro ou até mesmo de se tocar com a masturbação. O que pode gerar complicações na relação se não houver compreensão, pois todo o objeto de desejo (afeto) da mulher está inconscientemente canalizado ao pequeno ser que acaba de chegar, o bebê. 

Na atualidade, muitas são as mamães que realizam babyoga, natação com o bebê e tantas outras modalidades que foram se adaptando para atender a necessidade específica deste público exigente, proporcionando à criança estímulos variados e à mãe a possibilidade de rápida adaptação, lazer e adequação a sua nova imagem corporal. Ao passo em que esta adaptação à imagem corporal ocorre, a mulher vai se sentindo novamente atraente e facilitando assim o relacionamento com o parceiro, para a felicidade do casal.


A disposição de todos os envolvidos amigos e familiares é de fundamental importância para que este período de adaptação da família. Ajudar a mãe neste momento seria auxiliar mais nas atividades da casa e não apenas nos cuidados com a criança, pois ambos, mãe-filho necessitam estar juntos, colaborando assim para que a função materna seja desempenhada.

Mau humor ou distimia?

Ficar de mau humor pela derrota do time, por exemplo, é uma reação normal e ocasional, algo saudável. Mas há quem expresse o mau humor mesmo nos melhores momentos, sem distinção ou razão para tal humor, sempre negativo e cronicamente deprimido na maior parte do dia, um sintoma típico da distimia ou transtorno distímico. 

Em se tratando de um pequeno mau humor, a busca pelo prazer é fundamental, através de atividades de lazer, a prática esportiva, reencontro com amigos, por exemplo. Estas podem ser alternativas que contribuem para uma vida mais saudável e feliz. É difícil conciliar isso na rotina do dia a dia, mas é necessário priorizar o bem estar. 

Mas para se pensar na hipótese de um transtorno há critérios e para isso a pessoa deve ser devidamente avaliada por um profissional para verificar outros sintomas bem como o contexto da expressão de tais comportamentos da vida do paciente, transtornos associados, histórico pessoal e familiar dentre outros. 

Os sintomas encontrados com maior frequência no Transtorno Distímico são: a perda generalizada de interesse ou do prazer, retraimento social, preocupação excessiva com o passado ou sentimento de culpa, irritabilidade ou raiva excessiva, diminuição da atividade e produtividade, mas não a ponto de atrapalhar as exigências do dia a dia. Alguns destes sintomas devem se manter por pelo menos um ano para se levar a hipótese de distimia. 

A prevalência da distimia, ou seja, a expressão desta na população geral é de 3% de acordo com os dados da Associação Psiquiátrica Americana e recomenda-se que o tratamento ocorra com profissionais, psiquiatra e psicólogo. 

Nem sempre quem sofre deste transtorno busca por ajuda, pois a distimia pode vir a se tornar um quadro crônico, contribuindo para que a pessoa não perceba que está “passando dos limites” uma vez que esta percepção é muito particular. Assim, a família e as pessoas próximas podem sugerir e incitar a busca de ajuda profissional. 

O mau humor é uma reação que reflete o estado de humor, mediante ao contexto em que se expressa, pode ser saudável. Devemos tomar o cuidado para não rotular e transformar todos os comportamentos do homem em doenças, logo, deve-se ter uma compreensão do momento em que a pessoa se encontra. 

Leia mais sobre em:  http://www.boqnews.com/ultimas_texto.php?cod=12230

Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica


tanstorno de compulsão periódica
Os hábitos alimentares sofrem alteração durante a vida em razão das mudanças de comportamento do indivíduo. Algumas dessas mudanças podem se transformar em transtornos. Tais como bulimia e anorexia, além destes há também o transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP).

Alterações no hábito alimentar

A pessoa passa a comer muito e mais rápido que o habitual, o que leva o indivíduo a comer em maior quantidade e normalmente só para quando não consegue comer mais nada.  Cabe ressaltar que nestes episódios de compulsão o indivíduo NÃO tem fome e come não só, mas também pelo prazer de comer.

Há perda do controle sobre o poder de decisão diante da escolha entre comer ou não. O ato da ingestão ocorre de modo que a pessoa não tem clareza sobre a quantidade dos alimentos e também sobre o que foi ingerido. Isto gera demasiada culpa em razão da urgência voraz em se alimentar. A partir daí surgem diversos comportamentos para se camuflar esta falta de controle e o embaraço, como por exemplo, evitar a presença em refeições junto com amigos e familiares.

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica é estudado desde 1950 e foi descrito a partir de observações de pacientes obesos, embora também ocorra em pessoas com peso saudável.  O TCAP tornou-se uma categoria diagnóstica com sua inclusão no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-IV.


O transtorno se caracteriza por episódios de compulsão na ingestão de alimentos em grande quantidade em um período de até duas horas. Os episódios do TCAP são comuns ao menos duas vezes por semana durante seis meses ao menos, e não estão associados ao ato de provocar vômitos e não ocorre durante o curso de anorexia nervosa ou bulimia nervosa.

Nestes casos é possível o sentimento de repulsa por si mesmo, a presença de comorbidades, ou seja outros transtornos associados, como por exemplo a depressão, ejaculação precoce e tantos outros transtornos também relacionados à ansiedade. O sofrimento da pessoa relativo aos comportamentos de compulsão é levado em consideração haja vista que a vida pessoal é comprometida.

É mais comum o desenvolvimento do Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica na fase da adolescência, sendo mais comum em mulheres do que homens, também são comuns oscilações de peso e forma corporal, conhecido como o efeito sanfona, pois há grande dificuldade em manter o peso e aderir a dietas.

Os pacientes com o TCAP, em geral, possuem traços específicos de personalidade, sendo: perfeccionismo, principalmente quanto a forma física; baixa auto-estima; impulsividades e ansiedade; pensamentos dicotômicos, ou seja, “tudo ou nada”, “oito ou oitenta”.


Psicoterapia na compulsão alimentar

O objetivo da psicoterapia em casos de transtorno de compulsão alimentar periódica é focal. Deve-se analisar e identificar aspectos cognitivos do problema, traços de personalidade, hábitos alimentares inadequados sob a intenção de intervir e modificar comportamentos compulsivos e disfuncionais. É necessário estimular o paciente a explorar estratégias para manutenção e o controle do peso, reforçando e motivando o tratamento e evitando novas recaídas.

American Psychiatric Association. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Quarta edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995

Rivalidade entre irmãos

A família é a matriz de socialização e de individualização do homem, o primeiro círculo afetivo e de relacionamento. É este círculo de convívio que durante o desenvolvimento irá propiciar o seu equilíbrio, seja através de afetos positivos ou negativos.
 
A família pode ser analisada através de subsistemas, sendo: individual; conjugal; dos pais para os filhos, paternal; dos filhos para com os pais, filial; entre irmãos, fraternal.  
A relação fraternal é a primeira relação horizontal que existe. É através desta que se aprende a competir e a lidar com o sentimento de rivalidade, a cumplicidade e a lidar com as diferenças. Através da percepção das diferenças e semelhanças entre os irmãos, torna favorável a percepção de si mesmo.
 
Durante a infância a relação entre os filhos é, em geral, marcada pela necessidade de atenção dos pais, o que gera a competição entre os irmãos. A relação fraterna é uma intimidade imposta, um mix de ciúme, de rivalidade, de cumplicidade, de competitividade e de lembranças (Goldsmid & Feres-Carneiro, 2007). Como toda relação fraternal, alguma destas características domina e impera na relação.
 
O modo como os pais se relacionam para com os filhos, bem como a qualidade desta relação determinam como espelho através de seus comportamentos como pais, o reflexo da relação entre os irmãos. Contudo, devemos considerar as características individuais da criança, bem como a influência que os mais velhos exercem perante os mais novos.
 
Os pais influenciam os filhos através da expressão de seus comportamentos e práticas, mediante aos valores e crenças combinado ao grau de exigência e de responsabilidades. O suporte emocional materno e paterno traz a contribuição para a diminuição da rivalidade entre irmãos. Mediar conflitos, fazer combinados, estimular gentilezas e a troca de afeto entre os irmãos são exemplos simples de reforçar os laços afetivos.
 
“A infantilização do caçula pode representar uma necessidade por parte dos pais de reterem o filho e, assim, não perderem suas funções de cuidar e proteger.” (Goldsmid & Feres-Carneiro, 2007). O filho mais velho é o pioneiro e pode sofrer mais com a insegurança do fardo herdado pelos pais em trilhar um “caminho exemplar”.
 
Cada um dos filhos requer uma atenção especial perante a sua fase e espaço que ocupa na família. As regras criadas para gerir os filhos evitam os desejos infantis e até mesmo desejos irresponsáveis do(s) filho(s) para com o irmão(ã). Refletir sobre as regras e as condutas a serem adotadas ainda é o melhor caminho...
 
A rivalidade entre irmãos pode ser considerado um desvio de conduta, segundo a classificação internacional de doenças (CID-X F93.3) caso haja persistência significativa em comportamentos dissociais, manifestação excessiva de agressividade e tirania, postura desafiante, opositora, provocativa e desobediência anormalmente frequentes e graves. Nestes casos, a rivalidade entre irmãos requer avaliação e intervenção profissional.

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CID-10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e. Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 1997.
 
GOLDSMID, Rebeca; FERES-CARNEIRO, Terezinha. A função fraterna e as vicissitudes de ter e ser um irmão. Psicol. rev. (Belo Horizonte),  Belo Horizonte,  v. 13,  n. 2, dez.  2007 .   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-11682007000200006&lng=pt&nrm=iso>. acessado em  26  jan.  2012.

Psicologia e filmes...


Os filmes retratam a condição humana, desta forma, expressam aspectos relevantes do homem, já que exploram os sonhos, os sentimento, os desejos, os medos, as peculiaridades do cotidiano, dentre outros, os comportamentos.
 
Assim, muitos são os filmes que abordam os transtornos mentais, alguns de modo bem próximo da realidade, sendo estes informativos, outros de modo caricato e exagerado, distorcendo a realidade para se aprofundar na ficção e na criatividade da trama.

A definição do conceito de Transtorno Mental, segundo o DSM-IV (Diagnóstico estatístico de Transtorno mental, da American Psychiatric Association), são concebidos como síndromes ou padrões comportamentais ou psicológicos clinicamente importantes, que ocorrem no indivíduo e que estão associados com o sofrimento. Ressalta que a síndrome ou padrão comportamental não deve constituir meramente uma resposta previsível e culturalmente aceita diante de um determinado evento, mas sim, como um comportamento disfuncional, fora dos padrões de normalidade tanto biológico quanto psicológico.
 
Os filmes têm o poder de aproximar para a realidade do homem, comportamentos que até então eram vistos unicamente no contexto do sujeito que possuía o transtorno mental. Desta forma, os filmes se tornam uma via para a reflexão, uma ferramenta que submetida à crítica do homem é capaz de desmistificar o estigma da loucura. Cabe citar o ditado popular, “de louco cada um tem um pouco”.
 
Abaixo, segue uma lista de referência de filmes que retratam alguns transtornos mentais.

 

Filme sobre ASSÉDIO MORAL

* O Diabo veste prada: Uma jornalista recém-formada, Andrea é contratado para trabalhar em uma sofisticada revista de moda. A jornalista eficiente se esforça ao máximo para fazer um bom trabalho, entretanto, muda seus comportamentos, afetando sua vida privada e a relação com seu namorado Nate, sua família e amigos. Andrea busca recuperar sua vida pessoal mas para isso terá que enfrentar o assédio moral constante de sua chefe e fazer escolhas.


Filme sobre AUTISMO

* Rain man: Charlie Babbit acaba de perder o pai e esperava receber sua herança, mas descobre que Raymond, o irmão mais velho que nunca teve contato a receberá. Na trama Charlie conhece então Raymond, um autista com grandes capacidades mentais que estava internado em um hospital e decide raptá-lo. Durante a viagem e à medida que superam a desconfiança, nasce um forte laço entre os dois que os levará a uma maior compreensão e a fazer planos para o futuro.


Filme sobre TRANSTORNO BIPOLAR

* Mr. Jones: A história sobre a relação entre um homem com transtorno bipolar, antes denominado de maníaco-depressivo. o Sr. Jones tem comportamentos de alteração de humor significativo ora euforia e ora humor rebaixado e possui barba por fazer, grande tristeza, apatia, e ideias suicidas. Na trama, vive uma história de amor com sua médica.


 

Filme sobre ESTIGMA e DEFICIÊNCIA MENTAL

* Simples como amar: Após anos de adaptação em uma escola especial, Carla finaliza os estudos, superando suas próprias limitações cognitivas, pequeno retardamento mental e retorna para casa, cheia sonhos e planos para o futuro. Forte, enfrenta o estigma social presente em seu lar, através da superproteção da mãe, a qual tem grande dificuldade em aceitar as escolhas da filha que decide viver uma grande história de amor.



Filme sobre DEPRESSÃO

* As horas: Trata de três mulheres que vivem em diferentes épocas, que apesar de separadas pelo tempo, há algo que as liga e que irá influenciar seu destino. Vivem momentos difíceis marcados pela manifestação de sintomas clássicos, tais como a falta de apetite, a falta da vontade de viver, a dificuldade de concentração e a tentativa de suicídio.




Filme sobre DROGAS

* Requiem para um sonho: um casal apaixonado, Harry e Marion buscam realizar seus sonhos de modo conturbado, através do lucro da venda de drogas. Porém, estão mais envolvidos com o consumo do que com o comércio de heroína. O filme demonstra a decadência dos usuários de droga que optam em manter o consumo.




Filme sobre ESQUIZOFRENIA

* Uma mente brilhante: Acompanha a vida de John Nash, um matemático brilhante que sofria de esquizofrenia. O filme nos carrega para dentro de seus delírios e alucinações, provendo uma visão única do quanto esses sintomas podem limitar e incapacitar o indivíduo. Através do apoio de sua esposa e do seu próprio autoconhecimento, Nash aprende a discernir melhor entre a realidade e os delírios, apesar de conviver com eles durante toda sua vida.

Filme sobre INFÂNCIA - Mundo idealizado

* Coraline e o mundo secreto: Coraline Jones, sem conseguir atenção dos pais passa a explorar as inúmeras portas de um local que soube ser perigoso. O filme retrata de modo simbólico o conflito da infante com os pais. Em que Caroline precisa superar a idéia primitiva de pais completamente bons ou completamente maus para compreendê-los de modo mais maduro.


Filme sobre MITOMANIA (Mentira compulsiva)

* O desinformante : Conta a história de Mark Withacre, um gerente de uma empresa alimentícia que descobre esquemas de fraude e ao levar estas informações para o FBI, começa a se embrenhar em um labirinto de mentiras criado por ele mesmo, por vezes tendo consciência disto, outras vezes, acreditando nas próprias mentiras e enganando até mesmo o FBI durante as investigações.



Filme sobre PSICOPATIA

* As duas faces de um crime: Aaron é um jovem acusado de ter assassinado um padre, e Martin Veil é o advogado encarregado de sua defesa. Aos poucos, surge um novo suspeito do crime: uma segunda personalidade de Aaron. Porém, ao final do filme, temos maior clareza de quem é o verdadeiro Aaron e de sua verdadeira patologia.


 

Filme sobre SOLIDÃO

* O Fabuloso destino de Amélie Poulain: Uma história marcada pela privação de afeto e de socialização. Vive uma vida fantasiosa, mas certo dia, estimulada para encontrar o dono de uma caixinha de recordações, percebe que é capaz de superar a solidão com pequenas ações significativas a ela, conectando pessoas umas às outras e, assim, à vida, de modo delicado, inteligente, sensível e especial.



Filme sobre TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo)

* O aviador: Baseado na vida do milionário Howard Hughesm, que possuía diferentes obsessões e compulsões. Obcecado com a perfeição nas seqüências aéreas, ele esperava muito por condições perfeitas, até a formação de nuvens. Assim, a obessessão o impede de realizar tarefas e também aparece na interação com outras pessoas, através de seus rituais de limpeza. Howard só lava as mãos com o sabonete que traz de casa, expressa grande incômodo com as roupas de um homem, sofre por ter de repetir palavras incessantemente, além de outras graves limitações que sua doença ocasiona no cotidiano.



Filme sobre VIOLÊNCIA

* Preciosa – Uma História de Esperança: Clarice Precious Jones é uma jovem que sofre diferentes privações desde a infância. Violentada sexualmente pelo pai e dá à luz a dois filhos, violentada física e verbalmente pela mãe, cresce na periferia, irritada e sob condições desfavoráveis para se alfabetizar. Obesa sofre preconceitos de diferentes formas. Uma história intensa de adversidade, que precisa romper com o passado para seguir em frente.

Prêmio Top Blog 2011


Este blog recebeu o prêmio "Top Blog" em terceiro lugar na categoria saúde, mediante a votação acadêmica. O prêmio é de incentivo cultural já que as informações aqui publicadas são originais e não copiadas. Este prêmio é o reconhecimento por tratar de assuntos relevantes à Psicologia e tornar a informação acessível, através do veículo da internet de modo responsável, ético e profissional. 

Saúde do trabalhador e motivação laboral


A aceleração do mercado de trabalho e a crescente complexidade das organizações para adequação às múltiplas demandas, desde os novos ambientes de produção à constante competitividade das relações podem resultar na baixa produtividade, decadência da qualidade de vida até o adoecimento do trabalhador.

A motivação laboral é um tema de competência da área  gerenciada pelo setor de recursos humanos, que busca minimizar insatisfações do trabalhador perante a organização e almeja a realização profissional do funcionário. 

O conceito de desenvolver estratégias motivacionais se amplia. Implica não só à organização encontrar o perfil adequado de um trabalhador para o desenvolvimento de uma dada função, como também, a valorização do funcionário, proporcionando-lhe condições saudáveis e favoráveis para o desempenho da função (Erez, Kleinbeck e Thierry, 2001).

Estratégias motivacionais são entendidas como processos para identificar os mecanismos de prazer que o trabalhador encontra ou pode encontrar em seu ambiente de trabalho. Destaca-se que tais mecanismos ocorrem mediante as particularidades e do perfil de cada trabalhador, na interação com o ambiente de trabalho.

Assim, as estratégias motivacionais são mais eficientes quando os estímulos para motivar correspondem diretamente às metas e valores do trabalhador em questão. Assim, há necessidade de identificar o perfil dos profissionais, bem como aprimorar o ambiente de trabalho.

Logo a Psicologia pode intervir no ambiente de trabalho proporcionando reflexões significativas à gestão organizacional afim de: aprimorar a gestão; maximizar a motivação dos trabalhadores; identificar o perfil individual do trabalhador. 

A intervenção psicológica ocorre no aprimoramento da gestão da organização abarcando estudo sobre a dinâmica da organização, buscando compreender aspectos abaixo, por exemplo:
Qual é a relação das metas, interesses e motivos do trabalhador com as estratégias motivacionais utilizadas na empresa? É relevante encontrar uma forma para harmonizar os motivadores organizacionais com as metas e interesses concretos dos empregados?  Como valorizar os empregados no trabalho a partir das suas disposições, das suas metas e interesses? Como determinar os níveis potenciais de energia que os empregados podem investir no trabalho? E outros... 

A intervenção psicológica para a maximização da motivação dos trabalhadores através de palestras para identificar os perfis para a execução de tarefas. 

A intervenção psicológica individual para a identificação do perfil psicológico para nortear o trabalhador sobre o próprio potencial e habilidades nas tarefas que lhe geram prazer e satisfação. O conhecimento do perfil motivacional do trabalhador possibilita o desenvolvimento de programas diferenciados de motivação dentro da organização, visando atender metas de diversos grupos de trabalhadores mediante os valores da empresa.

Com a atuação da Psicologia a organização pode sem dúvida, motivar o trabalhador, minimizar insatisfações e conflitos na organização, promover saúde e qualidade de vida entre os funcionários, oportuniza a melhor atuação, rendimento e produção de um dado setor da empresa.


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EREZ, M.; KLEINBECK, U.; THIERRY, H. Work motivation in the context of a globalizing economy. London: Lawrence Erlbaum, 2001.  

Síndrome de Asperger


A Síndrome de Asperger é uma variedade "alto funcionamento" do autismo. Diferente do autismo, a Síndrome de Asperger não inclui o atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou de linguagem em seu quadro.

O termo “síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 em um jornal médico, que  pretendia  desta forma

Alguns Testes psicológicos


Ressalta-se que os testes medem aspectos subjetivos do sujeito. Assim, dados sob o contexto psicossocial do paciente devem compor a anamnese, como por exemplo, a dinâmica familiar, antecedentes de transtornos mentais na família, o uso de medicamentos dentre outros fatores uma vez que os testes não substituem a avaliação do psicólogo, e sim a complementa.

Estratégias comportamentais em transtornos alimentares

Um estudo realizado sobre Personalidade e Coping de Renata Tomaz & Daniela S. Zanini relacionou comportamentos semelhantes entre diferentes transtornos alimentares, entre eles a compulsão, distorção na percepção da imagem corporal e ressaltam comportamentos específicos. Obesidade e suas comorbidades,  tais

Cirurgia bariátrica e avaliação psicológica.


A obesidade é uma doença crônica, de origem multifatorial e difícil controle por envolver diferentes aspectos do indivíduo, o que requer o olhar de diferentes profissionais de saúde, tais como: clínico geral, endocrinologista, nutricionista, psicólogo, educador físico, entre outros, que devem trabalhar de maneira conjunta a fim de    potencializar    no    indivíduo